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TSE nega ter mandado tirar canais do ar no WhatsApp, Flávio e Lula na Globo; as últimas notícias antes do 2º turno

Deputado André Janones (Rede-MG) havia afirmado que canal “Exército do Lula”poderia sair do ar. Flávio Bolsonaro e Lula participam de debate da Globo às 21h20 (horário de Brasília) de hoje.

Pontos-chave

Cobertura ao Vivo

  1. RESUMO Quaest: empate técnico, medo do retorno dos Bolsonaro e aumento dos indecisos

    Pesquisa Quaest publicada hoje apontou empate técnico entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

    Confira os principais números do levantamento:

    • Flávio tem 45% das intenções de voto, e Lula, 44%.
    • Branco/nulo/não vai votar: 9%
    • Indecisos: 2%
    • Entre os beneficiários do Bolsa Família, cujo reajuste foi adiantado para esta semana, Lula passou de 60% para 62% de intenção de voto, enquanto Flávio caiu de 31% para 27%.
    • O percentual de eleitores indecisos subiu de 7% para 14% na intenção de voto espontânea.
    • Lula e Flávio aparecem empatados, com 40% cada na espontânea.
    • A rejeição a Lula caiu de 53% para 47%.
    • A aprovação do governo passou de 45% para 46%, e a desaprovação foi de 48% para 47%.
    • O medo de um retorno dos Bolsonaro ficou em 44%, ante 42% que disseram temer mais um governo Lula.
    • Em relação à pesquisa Quaest anterior, divulgada na quarta passada, Flávio oscilou um ponto para baixo (tinha 46%) e Lula manteve os 44%.

    A pesquisa Quaest ouviu 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

  2. Urgente, Agregador de Pesquisas da BBC atualizado - veja os últimos números

    A quatro dias da eleição, o Agregador de Pesquisas da BBC News Brasil mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com intenções de voto muito próximas.

    Após a inclusão do resultado da pesquisa Quaest divulgada na manhã desta quarta-feira (21/10), o agregador mostra Flávio Bolsonaro dois pontos à frente de Lula.

    O gráfico mostra a evolução da intenção de voto no segundo turno nos últimos três meses, com base nas pesquisas de intenção de voto para presidente. Os resultados e as margens de erro de cada uma delas podem ser consultados aqui.

  3. Urgente, Governo sanciona perdão de dívidas de MEIs, entre outros benefícios

    A lei que perdoa dívidas de microempreendedores individuais (MEIs) foi sancionada hoje pelo presidente Lula, cinco dias após aprovação pelo Congresso.

    Além de perdoar dívidas contraídas até 13 de outubro deste ano, o "Prospera MEI" também:

    • Amplia o limite de faturamento para R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028
    • Dá chance ao microempreendedor de contratar até dois funcionários em vez de um, dependendo de sua atividade principal
    • Aumenta limite das licitações de compras públicas exclusivas para micro e pequenas empresas de R$ 80 mil para R$ 130.984,20
    • Amplia o teto para contratações de MEIs de R$ 13 mil para R$ 25 mil

    O perdão das dívidas entra em vigor em 1º de janeiro de 2027. O projeto havia sido aprovado pelo Senado na última sexfa-feira (16) com 78 votos favoráveis, nenhum contrário e nenhuma abstenção.

  4. PT promete acionar o TSE contra possível queda de canais de WhatsApp

    O presidente nacional do PT, Edinho Silva, disse que o partido vai acionar a Justiça Eleitoral contra uma possível medida que suspenda o funcionamento de canais de WhatsApp como o “Exército do Lula”, liderado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), que reúne mais de 7 milhões de apoiadores do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    “Não se pode mudar as regras do jogo quando o jogo está em andamento. Não se pode tomar medidas que favoreçam um lado mais que ao outro (...) Vamos tomar todas as medidas jurídicas cabíveis. Não queremos privilégio. Queremos que as regras sejam mantidas para que a disputa seja igualitária”, disse Silva. A declaração foi dada nesta quarta-feira (21/10) durante um evento no Palácio do Planalto, em Brasília.

    A declaração é uma resposta à informação divulgada pelo portal UOL de que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estaria formulando uma medida para suspender o funcionamento de canais com mais de 200 mil inscritos.

  5. Marcos Nobre: segundo turno pode redefinir a política na internet

    Para o filósofo, esta campanha eleitoral atual pode representar um ponto de mudança na forma como a esquerda brasileira encara o ambiente digital.

    O pesquisador avalia que a percepção sobre o grau de organização da extrema direita nas redes ficou mais clara para dirigentes, militantes e influenciadores progressistas.

    Ele argumenta que a discussão vai além do resultado desta eleição e envolve transformações profundas na democracia e na organização partidária.

    À medida que as redes sociais se consolidam como espaço central da disputa política, compreender como esses ecossistemas funcionam pode se tornar um desafio cada vez mais decisivo para candidatos, partidos e eleitores, ele diz.

  6. Marcos Nobre: o poder do 'Partido Digital Bolsonarista'

    Nobre defende a tese de um chamado "Partido Digital Bolsonarista" (PDB), uma organização sem registro formal na Justiça Eleitoral, mas que, segundo ele, reúne características típicas de um partido político.

    A estrutura teria hierarquia, capacidade de mobilização, coesão interna e influência suficiente para eleger candidatos e pautar debates públicos dentro e fora do Congresso.

    Na visão do pesquisador, esse ecossistema ultrapassa os limites dos partidos tradicionais e se espalha por diferentes legendas, mantendo sua principal aliança com o PL. Ele também sustenta que o movimento já desenvolveu vida própria e não depende exclusivamente da família Bolsonaro para existir.

    Nesse contexto, lideranças digitais como o deputado Nikolas Ferreira surgem como exemplos de uma nova geração de políticos formados e impulsionados pelas redes sociais.

  7. Marcos Nobre: a esquerda tenta correr atrás do prejuízo nas plataformas digitais

    Embora tenha conseguido sucesso com influenciadores e candidatos que nasceram politicamente nas redes sociais, a esquerda ainda não tem com uma estrutura comparável à construída pelo bolsonarismo, avalia o filósofo Marcos Nobre.

    O pesquisador diz que grupos progressistas operam de forma mais fragmentada, em redes de apoio e influência que se conectam pontualmente, mas sem uma coordenação centralizada.

    Para ele, iniciativas recentes, como o canal "Exército de Lula", canal no WhatsApp criado pelo deputado federal mineiro André Janones (Rede), mostram uma tentativa de ampliar a mobilização digital durante a campanha eleitoral.

    Ainda assim, Nobre argumenta que essas ações são voltadas para objetivos imediatos e não configuram, por si só, uma organização política digital de longo prazo.

  8. Quem é mais forte online: o 'exército de Janones' ou o 'partido digital da direita'?

    As eleições têm revelado uma diferença central entre os campos da direita e da esquerda no ambiente digital, explicou o filósofo e cientista político Marcos Nobre ao jornalista Vitor Tavares, da BBC News Brasil em São Paulo.

    De um lado, uma direita mais radical organizada há anos em um "partido digital" consolidado que surgiu dentro da própria arquitetura das redes sociais — e, por isso mesmo, as usa habilmente a seu favor.

    Do outro, uma esquerda organizada em "ilhas", ainda tentando incorporar o algoritmo à sua estratégia e que só agora parece começar a perceber sua desvantagem e a reagir a isso.

    Quem ganha até o momento? O bolsonarismo, diz Nobre.

    Nos próximos posts, vamos detalhar os pontos principais da entrevista (que você pode ler na íntegra aqui).

  9. Indecisos chegam a 14% na pesquisa espontânea

    A Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) aponta que 14% dos eleitores estão indecisos na pesquisa espontânea. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

    A pesquisa espontânea é quando o eleitor é questionado em quem vai votar sem que o nome dos candidatos seja apresentado por quem faz a pesquisa.

    Neste cenário, 14% dos entrevistados dizem estar indecisos. Na pesquisa Quaest divulgada no dia 14 de outubro, o percentual era de 7%.

    Também na pesquisa espontânea, Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) estão empatados, ambos com 40% de intenção de voto cada.

  10. Quaest: os principais eventos captados pela nova pesquisa

    A nova pesquisa Quaest capturou a percepção dos eleitores após eventos políticos importantes na última semana.

    O primeiro foi a votação que determinou do fim da escala 6x1, uma das pautas mais importantes da campanha de Lula. Flávio Bolsonaro mudou de ideia e votou a favor do fim da escala.

    Os dois candidatos também participaram de sabatinas na TV Globo.

    E um dos principais episódios da semana foi o debate da Band, que aconteceu na última sexta-feira.

    A Quaest entrevistou 2.154 pessoas com 16 anos ou mais, entre 17 e 20 de outubro.

    A margem de erro é de 2%, para mais ou para menos.

  11. 'Eleição no Brasil é a mais importante para o mundo fora dos EUA em 2026'

    "Esta é, provavelmente, a eleição mais importante fora dos Estados Unidos desse ano. O Brasil é muito importante para a América Latina. Se [a família] Bolsonaro retornar ao poder, será igual aos EUA que decidiram por um segundo mandato de Donald Trump [em 2024]."

    A BBC News Brasil, o prestigiado economista americano Daron Acemoglu, professor do Massachusetts Institute of Technology (MIT), em Boston, nos Estados Unidos, e um dos laureados com o Prêmio Nobel de Economia.

  12. Quaest mediu 'medo' da volta dos Bolsonaros e da reeleição de Lula

    Novos dados da pesquisa Quaest estão sendo divulgados.

    O levantamento sugere que:

    • 44% dos entrevistados temem uma volta da família Bolsonaro ao poder
    • 42% têm medo de um novo governo Lula
    • Em 14 de outubro, os dois candidatos apareciam empatados numericamente neste quesito, com 43% cada um

    A margem de erro da nova pesquisa é de 2% para mais ou para menos.

    Outras mudanças em relação à pesquisa anterior:

    • Temem tanto aa volta da família Bolsonaro quanto a eleição de Lula: alta de 3% para 6%.
    • Não têm medo de nenhum dos dois: queda de 6% para 4%
  13. Urgente, Quaest: Rejeição de Lula cai 6 pontos e a de Flávio oscila 2 pontos para baixo

    No intervalo de uma semana, a rejeição registrada contra Lula caiu de 53% para 47%.

    Já a rejeição a Flávio Bolsonaro oscilou dois pontos para baixo: de 54% para 52%.

    A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

  14. Urgente, QUAEST: FLÁVIO BOLSONARO 45%; LULA, 44%

    Os números da última pesquisa Quaest acabam de sair:

    • Flávio Bolsonaro (PL): 45% das intenções de voto
    • Lula (PT): 44% das intenções de voto
    • Branco/nulo/não vai votar: 9%
    • Indecisos: 2%

    A pesquisa da Quaest indica que Flávio Bolsonaro e Lula estão em empate técnico, com diferença de 1 ponto percentual. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

    Os resultados da pesquisa captam a percepção dos eleitores após o debate de Band.

    Foram entrevistadas 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro - o debate foi no domingo, dia 18.

  15. CALENDÁRIO: As datas das próximas pesquisas de intenção de voto

    Esta é a previsão de divulgação das próximas pesquisas de intenção de voto nesta semana final de eleições:

    • Quarta-feira (21): IDEA, Quaest e Palver
    • Quinta-feira (22): Datafolha, Gerp, Indexa e PoderData
    • Sexta-feira (23): Alfa, Ipespe, Real Time Big Data e Vox Brasil
    • Sábado (24): AtlasIntel, Datafolha, Quaest, MDA, Nexus, Palver e Paraná Pesquisas

    Agregador de votos da BBC News Brasil: Flávio Bolsonaro aparece dois pontos à frente de Lula nas intenções de voto para presidente no segundo turno, de acordo com o Agregador de Pesquisas da BBC News Brasil.

  16. Como funcionará o debate na Globo?

    Depois de muita especulação, a GloboNews divulgou as primeiras informações sobre a estrutura do debate final entre Flávio Bolsonaro e Lula na sexta-feira (23/10).

    Serão três blocos temáticos:

    • O primeiro explora desafios e propostas para as cinco regiões do Brasil;
    • O segundo discute temas escolhidos pelos próprios candidatos;
    • O terceiro bloco tem tema livre e inclui as considerações finais.

    O último debate presidencial de 2026 será transmitido pela Globo na sexta-feira (23), ao vivo, do Rio de Janeiro, logo após o Jornal Nacional, à partir das 21h20 do horário de Brasília.

    A BBC News Brasil vai cobrir tudo em tempo real. Acompanhe conosco.

  17. Flávio com Tarcísio, Lula na Record: em que ficar de olho nesta quarta-feira

    • Quaest divulga sua penúltima pesquisa de intenção de votos antes da votação de domingo pela manhã;
    • Flávio Bolsonaro e o governador reeleito Tarcísio de Freitas (Republicanos) visitam Guarulhos (SP) pela manhã;
    • À noite, Flávio Bolsonaro deve aparecer em um comício em Fortaleza (CE);
    • Lula participa de evento no centro de Belo Horizonte (MG) pela tarde;
    • Às 19h50, a TV Record transmite entrevista com Lula na bancada do Jornal da Record;
    • Lula também deve sancionar lei que cria o 'Prospera MEI', incluindo o perdão de dúvidas para microempreendedores;
    • Seguem os preparativos para o debate da Globo, previsto para sexta-feira, e a controvérsia sobre abertura ou não de sigilos antes da votação.
  18. Bem-vindos à nossa cobertura ao vivo

    Olá, sejam bem-vindos a mais uma rodada de notícias ao vivo da reta final destas eleições.

    Hoje, as equipes da BBC News Brasil em Brasília, Londres e São Paulo cobrem os últimos passos de Flávio Bolsonaro e Lula às vésperas da votação de domingo.

    Fique conosco e compartilhe a nossa cobertura com seus familiares e colegas.